Bali, um dos melhores destino do mundo

Bali-Indónesia

Pela primeira vez, foram nomeadas ilhas para o ranking Traveler’s Choice e o primeiro lugar do pódio pertence a Bali. A notícia foi bastante animadora para a economia da Indonésia, que depende fortemente do sector do turismo.

A ilha da Indonésia foi coroada como o destino favorito do mundo, pelos melhores spas do mundo e pelos elogios que recebeu de turistas que se sentiram impressionados com a beleza do local.

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Segundo o jornal britânico Telegraph, as pessoas que se aconselham com os sites de viagens” têm elogiado a ilha que para muitos encarna o exotismo, uma vegetação exuberante e embebida numa espiritualidade”.

“A média da taxa nocturna de todos os hotéis de Bali, reservados nos sites de viagens era de 191 euros”, garante o jornal britânico.

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Em segundo lugar no Top 10 de destinos da Traveller’s Choice ficou a cidade de Londres (Inglaterra), seguida por Paris (França) e Roma (Itália).

A lista continua com Nova Iorque (EUA), Creta (Grécia), Barcelona (Espanha), Siem Reap (Camboja), Praga (República Checa) e, finalmente, Phuket (Tailândia).

Os requisitos das nomeações tiveram em consideração a qualidade e a quantidade das avaliações dos utilizadores das plataformas online e a classificação dos hotéis, restaurantes e atracções locais.

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Então do que está à espera para visitar estas fantásticas ilhas, como pôde conferir, existem só boas razões para fazer uma visita a este paraíso à face da Terra.  

Bali tem inúmeras coisas para oferecer, desde praias, paisagens naturais, monumentos históricos, até mesmo a sua cultura é muito rica e diversa.

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Lisboa é a 4ª cidade mais bonita do Mundo

Os Típicos Eléctricos de Lisboa

Lisboa é a capital de Portugal e um pólo de uma região multifacetada que apela a diferentes gostos e sentidos. Lisboa também é muitas vezes denominada da cidade das sete colinas, devido ao posicionamento do seus castelos e monumentos históricos.

Panteão Nacional

Panteão Nacional

Não somos nós que dizemos, mas sim os sites e revistas especializadas em destinos turísticos, Lisboa é a 4ª cidade mais bonita do Mundo.

Praça do Chiado

Numa cidade que ao longo dos anos foi recebendo muitas e diferentes culturas vindas de paragens muito longínquas, ainda hoje se faz sentir um pouco dessa diversidade cultural em cada esquina de cada bairro histórico.

Mosteiro dos Jerónimos

Podemos percorrer os quadriculas das ruas da baixa pombalina que se abre ao Tejo na Praça do Comercio e, seguindo o rio, iremos conhecer alguns dos lugares mais bonitos da cidade:  A zona monumental de Belém com monumentos que são Património Mundial, bairros medievais, e também zonas de lazer recentes e contemporâneas, como o parque das nações ou as docas.

Mosteiro dos Gerónimos

Mosteiro dos Jerónimos

Continuando junto ao rio vamos percebendo porque se diz que Lisboa é o centro de um vasto resort. Pela estrada marginal vamos conhecendo praias e estâncias balneares que combinam Villas e hotéis  do inicio do Sec. XX, com marinas, explanadas e equipamentos desportivos, com destaque para o golfe e a náutica de recreio. Seguindo a costa vamos encontrando spots de surf de renome mundial, mas também palácios espalhados pela paisagem da serra de Sintra, considerados Património Mundial.

Ponte 25 de Abril

Ponte 25 de Abril

Tanto a norte como a sul da capital, a grande variedade de paisagens e património fica sempre a curta distancia. Com praias, monumentos, parques naturais, percursos culturais e alojamento para todos os gostos, é difícil escapar à região de Lisboa numa visita a Portugal em ficar apaixonado pela Cidade.

Padrão dos Descobrimentos

Padrão dos Descobrimentos

O Fado é mais uma expressão portuguesa elevada a Património Mundial. Por isso, jantar numa casa de fados será uma experiência a não perder. E depois ainda pode visitar as discotecas e os bares animados da cidade, onde se festeja sempre a chegada de alguém que visita a capital Portuguesa.

 

 

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Conheça destinos de sonho onde a vida é barata

Indicamos-lhe seis destinos para viver como um rei. Cerveja a 20 cêntimos, almoço a 2 euros nas praias mais paradisíacas e cascatas dignas de filme.

É verdade que os voos para estes destinos não são de preços low cost, mas pode compensar a despesa da viagem com uma vida de rei nos dias que por lá passar.

Marrocos

Há viajantes que vêm tomar o gosto às ruas e costumes do Norte da Europa e querem desfrutar dos resorts de luxo ou até mesmo comprar obras de arte para decorar uma moradia exuberante noutro canto do Planeta. Pelo meio existem tantas outras nuances que qualquer um pode descobrir no seu devido lugar. Em Marraquexe encontrará riads (casas tradicionais) para ficar, como o Sidi Mimoune. À medida que a decoração fica mais requintada e se mistura com influências ocidentais, o preço sobe.

Vá conhecer a Cutubia – a mesquita mais importante, do século XII –, passeie pelos mercados de rua do centro histórico onde se penduram malas, mantas, tapetes e sapatos e visite a Maison de la Photographie, com um arquivo fotográfico para conhecer e um terraço para desfrutar. O passeio é compensado por um chá de menta, uma imagem de marca de Marrocos – onde aliás só se serve álcool em hotéis e bares mais turísticos –, e por uma refeição de sabores intensos. No menu estarão o cuscuz e o tagine, um guisado de legumes (com ou sem carne) feito numa taça de barro com o mesmo nome. Para terminar: banana frita com especiarias.
Para conhecer outras paragens pode alugar carro ou um motorista. A cerca de três horas encontrará Essaouira, cidade portuária para conhecer a pé, com longos passeios pela praia, por mercados e fortes. Depois volte à estrada, com direito a uma paragem na grandiosa Casablanca mas tendo Fez como destino. Visite o jardim exótico de Jnan Sbil, entre nas lojas vintage do bairro judeu e conheça as fábricas de pele ao ar livre. Se lhe sobrar tempo, não perca uma visita ao deserto “As dunas têm mesmo linhas perfeitas”. As horas de viagem valem a pena para passear de camelo em pleno deserto, dormir em acampamentos que são autênticas mini comunidades, e acordar para ver o nascer-do-sol no meio do nada.

Dicas:

Melhor altura: A partir de Outubro, quando as temperaturas começam a ficar mais amenas. Evite também o período de Ramadão – entre Junho e Julho.
Na mochila: Roupa que tape pernas e ombros, para proteger do sol e respeitar a cultura.

Chá: 50 cêntimos
Café: 60 cêntimos
Almoço de rua: Cerca de €6
Jantar requintado: A partir de €15

Roménia

Trinque o famoso covrigi, procure o Drácula, descubra Sibiu, termine com uma pratada de ciorba de burta. As palavras não lhe soam mas continua a querer descodificá-las? Então bem-vindo. Foi sem saber uma palavra de romeno que José Penas, 33 anos, conheceu parte do país. Foi apenas um dos muitos pelos quais passou, em 2015, sobre duas rodas. Fez mais de seis mil quilómetros com um grupo de amigos para superar um desafio: ir da Benedita (Caldas da Rainha) ao Cáucaso de bicicleta. Conheceu as vilas mais remotas fora dos roteiros turísticos romenos. Lembra-se mais das pessoas, da amabilidade e da comida (mais precisamente o queijo de cabra) do que propriamente os nomes das terras. Mas, atenção, que não precisa de fazer o mesmo para conhecer a Roménia para lá de Bucareste.

Ora vejamos: marque Sibiu no mapa. A cidade da Transilvânia, Capital Europeia da Cultura em 2007, tem amplas praças pontuadas por edifícios exuberantes, como a catedral ortodoxa, de riscas vermelhas. Passe a noite no exuberante três estrelas Hotel Am Ring. Depois, do cosmopolita para o rural, a transição faz-se para o Astra, museu das tradições e da vida no campo. Continue a viagem ao passado rumo ao castelo Corvin, um dos maiores da Europa, digno de um filme de terror ou de uma aventura épica – fica à sua escolha.

Tanto passeio deu -lhe fome? Então experimente covrigi – espécie de pretzel que custa cerca de 20 cêntimos. É um snack que muitos locais comem ao pequeno-almoço. A ciorba de burta, caldo de tripas de vaca aromatizado com alho, é para mais tarde e, se acabou de sair de um bar ou discoteca, prove o shoarma – espécie de kebab de origem turca. A duas horas e meia está Timisoara, de palacetes com cúpulas pontiagudas. Importante: antes de regressar à estrada reveja Dracula de Coppola– vai ser útil na visita ao castelo de Bran, um dos grandes símbolos da cultura vampírica.
Se o regresso for por Bucareste, conheça o gigante Palácio do Parlamento, passeie pelo parque de Cismigiu, visite o Museu Nacional de Arte Romena e desfrute de um prato típico de carne no La Mama.

Dicas:

Melhor altura: Entre Março e Outubro, para quem gosta de calor e da paisagem verde.
Na mochila: Traga uma corda feita de alho para decorar a cozinha e manter os vampiros longe

Cerveja: €1
Café: A partir de 30 cêntimos
Almoço de rua: A partir de €4
Jantar requintado: Cerca de €15

Vietname

É a Paris do Oriente, mas este também é o 14º país mais populoso do mundo, por isso atenção: o romance pode tornar-se caótico – o que faz parte da diversão. Em Hanói, a capital desde 1976, motas, carros, gente, flores e comida cruzam-se nas mesmas ruas, atoladas de coisas. Passear pelo centro histórico, ou Old Quarter, significa conhecer o lado mais cosmopolita da cidade, mas também o mais autêntico – por aqui, os locais ainda praticam Tai Chi na rua.

O passeio pode ser intercalado com o famoso café vietnamita – acompanhado por leite condensado ou ovo, a escolha é sua. Come-se na rua, onde também muito se conversa – o dia pode terminar com o tradicional espectáculo de marionetas na água. “É importante dar uma volta a pé, estar numa casa de chá e conversar com os locais”, lembra Jorge Vassallo ,que já viajou para o Vietname mais de 30 vezes. Por isso, ele sabe do que está a falar quando garante que a gastronomia é um dos grandes atributos do país. As especialidades são várias: do incontornável pho (caldo de carne e massa de arroz), ao pequeno banquete que é o bun cha (carne de porco grelhada com vegetais), aos crepes vietnamitas: bem acompanhado pela Bia Hoi, cerveja artesanal, feita diariamente nos bares – a 20 cêntimos a caneca.

Regressamos a Hanói onde, à noite, a escolha para recolher é muita, a começar em €5 por noite, ou menos. Mas, se puder gastar mais, aposte num hotel de charme: na Maison D’Orient encontra o equilíbrio entre minimalismo e tradição. Depois, arranque de carro. A cerca de quatro horas está a baía de Halong – paisagem de postal, foto de sucesso garantido no Instagram. Mas já se sabe que a fotogenia sai cara – há muitos anos que a paisagem está repleta de turistas e confusão.

Dentro do país é possível viajar de autocarro e comboio (ambas as opções têm alternativas nocturnas, com camas) ou então de avião, em companhias aéreas locais. De Hanói a Hoi An é cerca de uma hora de voo. A sonoridade das palavras pode ser semelhante mas o cenário é bem diferente: Hoi An, importante porto entre os séculos XV e XIX, preserva mais construções antigas, como templos e pontes e é mais calma e romântica – aliás, no Dia dos Namorados, a cidade enche-se de apaixonados. Passear de bicicleta, fazer uma massagem ou um curso de cozinha são programas para completar os longos passeios pela cidade com uma mistura de arquitecturas: da vietnamita à japonesa, da chinesa à francesa. Visite ainda o mercado de rua, onde se vendem especiarias, fruta, vegetais e flores por ninharias e pegue na bicicleta para chegar a praias paradisíacas como a de An Bang, onde o marisco se cozinha na grelha, ao ar livre. Quando o sol se puser, descanse com estilo. Nas casas elegantes de East West Villa ou no Lantana Hoi An Boutique Hotel & Spa.

Rumo ao Sul, há mais praias de água azul-turquesa, em Nha Trang, para relaxar e fazer mergulho e, alguns quilómetros depois, novamente numa cidade cosmopolita, Ho Chi Minh, a antiga Saigão, com museus, mercados, mais templos e sinais da colonização francesa para conhecer.

Dicas:

Melhor altura: Fora do período de chuvas e furacões, a partir de Novembro até Maio. Não viaje para a Ásia no ano novo chinês, período em que se gera o caos – em 2016 já aconteceu, em Fevereiro.
Na mochila: Leve sempre peças para o frio, principalmente se viajar por diferentes pontos do país.

Cerveja: 20 cêntimos
Café: €1 (ou €2 com ovo)
Almoço de rua: €2
Jantar requintado: €10

Laos

O rebuliço da cidade (sem as luzes e a sujidade das capitais asiáticas), o romantismo que dispensa a confusão e os clichés, a natureza que surpreende – surge sempre mais uma lagoa ou cascata entre o arvoredo. O Laos é tudo isto e muito mais. Luang Prabang é a prova: toda ela verde, pontuada por templos em tons de dourado e monges vestidos de cor de laranja que percorrem as ruas, todos os dias, de madrugada, para recolher oferendas da população.
Fazer compras no mercado, passear de bicicleta, visitar os elefantes, dar um mergulho no rio ou subir ao Mount Phousi para ver o pôr -do-sol – e apreciar a vista privilegiada de 360 graus, são alguns dos programas na cidade que é considerada património mundial pela UNESCO.

Quanto aos templos, existem 33 – não perca o budista Wat Long Khoun e descalce-se antes de entrar. O Palácio Real vale a visita para saber mais sobre a história e a cultura do Laos. Descanse no minimalista My Dream Boutique Resort, com quartos de varandas amplas, piscina e vista para o rio Nam Khan. No Le Bougainvillier, uma casa mais tradicional, mas com conforto de hotel e a poucos metros do Night Market – uma série de ruas iluminadas, onde tecidos, bijutaria, chapéus ou malas se estendem, impecáveis, no chão. Aqui perto encontra também os restaurantes mais baratos, onde é possível desfrutar de um buffet vegetariano.

Não receie seguir os passos de quem por lá passou. Recomenda-se uma visita às cascatas de Kuang Si, piscinas naturais de água azul-clara inseridas num parque natural que tem ainda um santuário de ursos negros. Mas há mais: o que acontece entre os passeios, claro está. O café com um travo a chocolate, o sticky rice – arroz típico que vem em caixinhas de bambu e se come com as mãos – e a Beerlao, cerveja local, fizeram os dias de Mami.

Viaje pelo país e esqueça o calor e a confusão dos autocarros à chegada. No cenário montanhoso de Van Vieng e durma nos bungalows Champa Lao. Faça caminhadas, ande de caiaque e modere no álcool à noite. Finalmente: vai descobrir que nunca fazer nada lhe preencheu tão bem o tempo.

Dicas:

Melhor altura: Há temperaturas amenas o ano inteiro, mas o período de chuvas termina em Setembro.
Na mochila: Lao Lao, aguardente local para trazer para a família.

Cerveja: A partir de 80 cêntimos.
Café:€1
Almoço de rua: A partir de €2.
Jantar requintado: cerca de €15.

Índia

Vamos por partes. Sugerimos que aposte em Goa. Por aqui há arquitectura colonial e longos areais com sombras de palmeira. Com mais de 100 quilómetros de costa, encontrará várias praias – a de Agonda, no Sul, é uma das mais tranquilas, enquanto a de Baga, no Norte, é conhecida pelas festas e pelo bom marisco. Pangim (ou Nova Goa), a capital, é onde os templos hindus e as mesquitas se misturam com palácios e igrejas de arquitectura portuguesa. Aqui, poderá pernoitar num hotel de três estrelas, como o The Hawaii Comforts. A cerca de 30 quilómetros está Vasco da Gama, a cidade que ficou com o nome do navegador português. Já na Velha Goa, não pode perder uma visita à Basílica do Bom Jesus. A igreja do século XVII, exemplar da arte barroca, tem chão em mármore e altares elaborados; é uma das mais antigas da Índia e onde está sepultado São Francisco Xavier.

Depois, rume a norte. A cosmopolita Deli surpreende com as suas nuances antigas e modernas. Já Agra tem imponentes fortes e templos, assim como a verdadeira pérola da Índia: o Taj Mahal, prova de amor que atrai todos os anos cerca de 8 milhões de visitantes.

No mesmo percurso, dê um salto ao Rajastão para conhecer Jaipur. Um antigo templo de que os macacos se apoderaram, uma reserva de elefantes, o colorido e rico palácio da cidade e uma zona velha com paredes pintadas de cor-de-rosa são alguns motivos para a visita. Descanse em hotéis ou guesthouses, a partir de €5 por noite; se puder pagar mais aposte no Vimal Heritage, hotel exuberante de arquitectura rajastani (€20). Depois, reserve os seus bilhetes para o Rajmandir. Neste cinema dos anos 70 vê-se mais do que um filme. Na rua, tiram-se fotografias, lá dentro vive-se o enredo. Há gritos de incentivo ao casal romântico, apupos quando se beijam, gritos quando se separam.

Dicas:

Melhor altura: A partir de Novembro, altura em que param as chuvas, até Maio que é o mês mais quente.
Na mochila: Traga chá, especiarias, tecidos e bijutaria. Não compre à primeira, veja sempre mais opções.

Cerveja: €1
Chá: A partir de 20 cêntimos
Almoço de rua: A partir de €2
Jantar requintado: €12

Colômbia

Aconteça o que acontecer, ninguém pode tirar-lhe as danças que já tiveste” – segreda García Márquez enquanto entra neste verdadeiro conto de realismo mágico. Então, comecemos o baile, em Cartagena: de edifícios coloridos, agitada, animada e quente. Aqui, vê -se o pôr-do-sol nas muralhas da cidade e a zona antiga faz-se a pé. Não pode faltar um salto às festas de Getsemani – o bairro mais cool, da arte de rua. Já a estadia  poderá ser num hotel de quatro estrelas (como o hotel OZ).

Pelo caminho, prove frutos tropicais, delicie-se com as arepas (um pão doce), coma empanadas (rissóis típicos) e prove crepes de massa de milho, recheados de legumes ou carne, feitos em folha de banana – os tamales.

Calor e praia, selva, deserto e neve: durante todo o ano é possível encontrar estas paisagens na Colômbia. Para quem, por exemplo, se quer refastelar ao sol, San Andrés e Providencia são duas ilhas de sonho, nas Caraíbas. “Como houve migração jamaicana, está cheio de rastafaris”, explica Camila Hoyos Casas, acrescentando que este paraíso é ainda mais barato que em Cartagena, por exemplo. Mas a colombiana lembra que tem de se visitar o Parque Nacional Natural de Tayrona, uma das reservas naturais mais importantes da América do Sul (tem praias virgens e é habitat de mais de 770 tipos de plantas), para completar o programa.

Depois, e rumo a sul: Bogotá, capital colombiana, toda ela grandiosa, da arquitectura colonial aos prédios de dezenas de andares. Para se reconciliar com a natureza e regressar ao conto arrancado de um romance são três horas de carro a Caño Cristales, rio de manchas coloridas. A água cristalina transparece o fundo, forrado a plantas azuis, vermelhas, amarelas. E Camila garante: “O perigo, na Colômbia, é quereres ficar.”

Dicas:

Melhor altura: As temperaturas são agradáveis o ano inteiro, mas Outubro e Novembro são os meses mais chuvosos, de evitar.
Na mochila: O verdadeiro café colombiano que pode comprar no Juan Valdez Café.

Cerveja: €1
Café: A partir de 50 cêntimos
Almoço de rua: A partir de €5
Jantar requintado: A partir de €20

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Sofia, uma cidade cheia de historia

Sofia, a capital Búlgara, uma cidade cheia de historia com muito para descobrir.

Localizada no sopé do Monte Vitosha, Sofia é o lar de um cinto verde requintado oferecendo belos cenários naturais. Como maior cidade da Bulgária, Sofia tem uma abundância de monumentos culturais e históricos. Edifícios espalhados por toda a cidade que apresentam uma ampla gama de estilos arquitectónicos, do românico ao gótico, exemplificando como Sofia mudou de mãos durante os períodos de conquista a que a Cidade e o País foram sujeitos. Hoje, a cidade é conhecida por um teatro em expansão, óperas e artes cénicas. Como capital da Bulgária, Sofia tem uma grande economia de turismo também, apelando para que os visitantes posam experimentar também esta comunidade da Europa Oriental.

Pode passar 4 dias e 3 noites (de 28 de Abril a 1 de Maio), na capital búlgara e descobrir o que esta magnifica cidade tem para lhe oferecer.

Nesta viagem terá direito a estadia num dos melhores hotéis da cidade localizado no centro da cidade, para que possa se deslocar com uma enorme facilidade nas suas visitas. Poderá ainda usufruir das magnificas condições que este fantástico hotel lhe proporciona, como a sauna e as salas de massagens, tudo isto sem acrescentar nada ao valor inicial.

Terá direito a visitas guiadas a alguns dos monumentos mais importantes da cidade, nomeadamente a Igreja de Boyana, edifício que é Património Mundial da UNESCO, entre muitos outros.

Estas são só algumas das razões porque deve visitar Sofia, então do que está à espera, entre em contacto connosco  para que lhe posamos dar todos os detalhes sobre a viagem.

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